domingo, 22 de novembro de 2009

ESTRAGO - Início de temporada de chuvas deixa bairro da capital em situação complicada


O início da temporada de chuvas na região tem deixados moradores da capital reféns da situação crítica que se encontram as ruas e alguns bairros, principalmente aqueles onde a anunciada melhoria que a Prefeitura deveria levar não chega e só ficou na promessa.

Como ocorre no bairro Cohab, 1ª Etapa, localizada na zona Sul de Porto Velho, que há anos vem sofrendo com a carência de manutenção em suas ruas, terrenos baldios, alagações e muita lama, devido a falta de drenagem. Um claro exemplo de precariedade de condições é a Rua Angico, que lembra um campo minado com tanto buraco.


Uma antiga moradora da rua, Roseli Antonia, denunciou o descaso da atual administração com aquele setor. Na temporada de chuvas o local fica quase inacessível inclusive para os moradores, que são obrigados a enfrentar muita lama e buracos.


Muitos deles se encontravam indignados e sem esperança com a situação de miséria que perdura há muito tempo naquela rua. Alguns serviram de cicerones para a equipe de reportagem, apontando os pontos mais críticos, ruas intransitáveis, terrenos baldios e cheios de mato, além de alagamentos onde não existe drenagem – com muita água parada.


“Já ouvimos várias promessas de políticos em época de campanha, porém nossa situação continua assim há muito tempo, existe até uma autoridade municipal que mora na vizinhança e é a única rua que foi asfaltada há muito tempo. Depois acusam a gente de discriminar, mas é um absurdo uma situação dessas!”, disse uma moradora da Rua Angico, que pediu para ser identificada.

NECESSÁRIAS MELHORIAS


Muitas das obras que vem sendo realizadas em Porto Velho pela Prefeitura estão causando alguns transtornos à população – como fechamento de ruas e obstrução de tráfego, por exemplo - porém esse tipo de incomodo é bastante compreensível sendo que se trata de melhorias para a população.

Porém, alguns pontos distantes dos canteiros de obras da capital estão em situação caótica, sendo que muitos moradores estão passando transtornos constantes por ganhos ou melhorias que podem ser resolvidas de forma rápida e prática com boa vontade da administração municipal.
Minharua.com -LJ

Comerciante reclama da falta de coleta de lixo na Avenida Jatuarana

A coleta de lixo irregular é uma reclamação constante dos moradores da Capital de Rondônia. O comerciante Josias Silveira, que possui uma padaria na Avenida Jatuarana, zona Sul da cidade, é um dos que entoam o coro de reclamações. “Mesmo numa das mais movimentadas ruas comerciais da cidade, o caminhão de lixo só passa duas vezes na semana”, afirmou.

De acordo com Josias, outro problema da coleta de lixo é a falta de dias e horários definidos para o caminhão recolher os detritos. “Nunca sabemos quando ele vai passar nem o horário. O lixo acaba acumulando, atraindo bichos e espantando clientes. O pior é que já tive problemas com fiscais da Prefeitura, que questionaram porque eu deixava tanto lixo na calçada. Se a Marquise, que é a empresa contratada pela Prefeitura, não faz o serviço dela direito, o que eu posso fazer além de esperar?”, questiona o comerciante.

A administradora Solange Araújo, que também é moradora da zona Sul, possui a mesma reclamação que Josias. “Moro na Vila da Eletronorte e lá o caminhão de lixo só passa duas vezes na semana. Às vezes ele aparece durante o dia, mas em outras só a noite. Pagamos muitos impostos e parece que nem um recolhimento de lixo decente nós temos direito”, reclamou.

Na região central da cidade, no bairro Olaria, o funcionário público George Costa afirma que a coleta de lixo também é deficiente. “Acho que a Marquise não faz um serviço bom em lugar nenhum de Porto Velho. Todas as pessoas que conheço reclamam do serviço deles”, destacou.

De acordo com o secretário da Secretaria Municipal de Serviços Básicos, Jair Ramires, responsável pela limpeza da cidade, o contrato e a qualidade do serviço oferecido pela Marquise estão sendo reavaliados.


Minharua.com -CP

Morador reclama da sujeira na Euclides da Cunha

O aposentado Jerônimo Brito, 64, reclama das condições da rua onde mora, a Euclides da Cunha, no bairro Baixa da União. Segundo ele, os moradores da área precisam conviver com a sujeira produzida pelos comerciantes da Feira do Produtor, que também atrai muitos ratos.

“Não entendo como uma área tão antiga de Porto Velho ainda não recebe atenção do poder público. Além da sujeira da feira e dos ratos, os moradores daqui ainda precisam conviver com a rua sempre suja e fedorenta, porque muitas pessoas continuam despejando o esgoto de suas casas diretamente na rua”, reclamou o aposentado.

Jerônimo também reclama que, durante as chuvas torrenciais desta época do ano, várias ruas da Baixa da União, incluindo as asfaltadas, ficam alagadas. “Quando chove muito, alguns motoristas preferem nem entrar em algumas ruas do bairro, como a Euclides da Cunha”, frisou.
O titular da Secretaria Municipal de Serviços Básicos, Jair Ramires, confirmou que a maior parte dos bairros da capital não possuem coleta diária de lixo e destacou que parte da culpa para que as ruas alaguem é da população.
“Nas proximidades da Feira do Produtor existe tubulação de esgoto. O problema é que o povo joga tanto lixo na rua que as ‘bocas de lobo’ sempre entopem e, na hora que chove, alaga tudo”, destacou o secretário
Minharua.com -CP

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Acidentes em alta na Capital

O diretor geral do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Paulo, diz que a principal causa de acidentes em Porto Velho é a imprudência dos condutores de veículos, que ultrapassam em lugares proibidos e dirigem alcoolizados. Segundo o diretor, são mais de 45 atendimentos, por dia, feitos por sua equipe, onde 30% dos casos envolvem motociclistas.
O presidente do Sindicato dos Mototaxista de Porto Velho (Sindmoto), João Henrique diz que os acidentes envolvendo mototaxistas está diminuindo devido as providências que as coorperativas e próprio sindicato está tomando para consciêntizar seus filiados.

Para o presidente muitos acidentes envolvendo mototaxi é causado pelos “ mototaxistas piratas”, que acabam usando roupas iguais ao que são usadas pelos filiados ao sindicatos e coorperativas, o que causa uma imagem ruim dos verdadeiros trabalhadores e pais de familia.

Para a população afetada com o caos que a capital está sofrendo, os únicos culpados são os governos estadual e municipal, que não toma nenhuma posição com os transtornos que o trânsito de Porto Velho provoca aos cidadãos de bem.

A frota da capital é de quase 110 mil veículos. A cada dia, o tráfego fica mais difícil. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia ( Detran-RO), no primeiro semestre deste ano 5.800 novos carros passaram a circular pela cidade. Apesar dos problemas no trânsito, as autoridades não apresentam soluções imediatas.


Paulo Vagner

INSEGURANÇA - Moradores do conjunto Marechal Rondon exigem do poder público policiamento e mais seguranca no setor


Muitos moradores e comerciantes do conjunto Marechal Rondon, localizado na zona Norte de Porto Velho, clamam às autoridades policiais, principalmente a Secretaria de Segurança Pública do estado, para que medidas mais rígidas de seguranças sejam tomadas dentro do conjunto. Ondas de assaltos em residências, roubo à pessoas, pequenos furtos, tentativas de estupro, tentativas de homicídios e, principalmente, tráfico de drogas – com a venda crescente de crack no setor - vem causando terror para quem ali já reside há muitos anos.

ASSALTO À LUZ DO DIA

De acordo com relatos de uma estudante e também moradora do local, ela, há mais ou menos cinco dias, foi abordada e roubada por um motoqueiro armado de um revolver em pleno dia, por volta das 15h00, que diante de ameaças de morte acabou roubando uma bolsa contendo vários documentos e um aparelho celular. “Nós moradores estamos sendo vítimas do esquecimento,nenhuma viatura policial passa por aqui fazendo ronda,temos um quartel da PM a poucos metros do bairro e uma unidade do Corpo de Bombeiros aqui dentro e estamos passando perigos todos os dias”.

Há cerca de seis meses um morador teve sua casa invadida por bandidos que fortemente armados fizeram sua família refém e roubaram inúmeros objetos.
Uma senhora de 64 anos quase foi roubada também pela parte da manhã e o crime só não se concretizou porque ela conseguiu pedir ajuda a uma moradora que estava lavando a calçada e no mesmo momento estava com os portões da sua casa abertos.

FALTA DE SEGURANÇA

Segundo um comerciante, que não quis se identificar para a reportagem com medo de represália, os ricos dentro do bairro são inúmeros, segundo ele houve um crescimento bastante significativo nas proximidades como a construção do shopping center, condomínios residenciais e vários comércios.

“O que estamos precisando com urgência aqui no bairro é de uma guarita policial onde podemos pedir ajuda. Poxa, vivemos cercados de marginais e usuários de entorpecentes, eu mesmo já perdi as contas de quantas vezes fui roubado. Somos vizinhos de um complexo penitenciário e a única via de acesso de presos que fogem e se abrigar aqui nas proximidades. AUTORIDADES ACORDEM! Moradores do Marechal Rondon precisam de socorro”.
Minharua.com -LJ

Moradores ficam sem o serviço de coleta de lixo no Apuniã

Os moradores do Bairro Aponiã estão revoltados com acúmulo de lixo encontrado nas calçadas e lixeiras,o motivo da quantidade de lixo é que faz alguns dias que eles estão sem o serviço de coleta de lixo,e com isso o mau cheiro toma conta das residências e chega até ser insuportável.

O secretário municipal de serviços básicos Jair Ramires, revela que um dos problemas encontrados pelos responsáveis pelos serviços de lixo são as vias de acesso ás residências.Segundo ele, a caerd está realizando um trabalho de saneamento básico e deixando buracos nas vias,o que estão deixando vários caminhões atolados impossibilitando o trabalho de coleta de lixo.








Minharua.com -LF

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Famílias do bairro Balsa vivem drama

Tradicionais famílias do bairro da Balsa, com mais de trinta anos residindo na localidade, estão vivendo um pesadelo no processo de desapropriação comandado pelo Denit para construção da anunciada ponte sobre o rio Madeira.
A situação, de acordo com com o advogado da Associação de Moradores, Juliano Viecili, não atende aos princípios constitucionais do direito à moradia e do respeito à dignidade humana.A indenização de - no máximo - R$ 15 mil, já proposta a 45 moradores, é irrisória, de acordo com o advogado.
O valor, segundo ele, é insuficiente para a compra de um pequeno terreno em qualquer outro bairro da cidade. “São famílias que vivem no local há 30 anos ou mais. Elas construiram sonhos de dias melhores com a força do trabalho toda empregada para melhoria das casas e do bairro onde moram. Não podem ser tratadas assim dessa forma indiferente ”, diz.Juliano Viecili lembra que o governo federal permitiu que as famílias ali se instalassem. Por isso, conforme argumenta, é justo que essa “proposta de indenização simbólica” seja rejeitada.
Ele cita que o próprio projeto de construção da ponte ainda não foi licitado “devido a supostas irregularidades que vêm sendo avaliadas pelo Tribunal de Contas da União.”
O advogado da associação deixa claro que os moradores são favoráveis à obra, mas com mudança da localização. A sugestão é a construção de um anel viário na BR-364 próximo à Santa Marcelina. Neste caso, as carretas iriam diretamente para o porto graneleiro sem a necessidade de passar pelas avenidas Jorge Teixeira e Imigrantes.
Essa mudança de localização da ponte, conforme o entrevistado, deixaria o trânsito na área ubarna de Porto Velho menos intenso e favoreceria a expansão urbana e econômica de Candeias do Jamari. “Hoje é quase impossível trafegar na Jorge Teixeira e Imigrantes nos momentos de pico. A tendência é um caos absoluto caso o atual projeto seja levado adiante.” Viecili destaca ainda que é importante que todos os moradores da Balsa se manifestem contra ou favor da construção da ponte no local, aonde a obra está programada.
TEMAS EM DEBATE
O presidente da Associação dos Moradores da Balsa, Francisca Queiroz Viana, diz que a “minguada” proposta de indenização feita aos moradores e a mudança da localização da ponte vão ser debatidas pela comunidade, sábado, a partir das 19h30, na avenida Imigrantes, 552. Ela pede a presença de todos os interessados na questão.
Francisca, que reside há 35 anos no bairro, acredita que o governo federal além de uma indenização justa tem a obrigação de acomodar as famílias com dignidade, ao sugerir que os moradores sejam instalados nos novos conjuntos habitacionais construidos pela Caixa Ecômica Federal. Informa também que o impasse atinge mais de 100 moradores, “até o momento sem explicações claras sobre as decisões do Denit.”
Minharua.com -AP