terça-feira, 17 de novembro de 2009

Comerciante reclama da falta de movimento na Rua T

Obras aceleradas nas usinas de Santo Antônio e Jirau, novos centros de compra provocam mudanças no trânsito e até no visual das ruas, que estão ganhando asfalto e outros benefícios. Tudo isso vem mexendo com a vida das pessoas em Porto Velho.

Moradores também investem em reforma das casas para aumentar o valor comercial dos imóveis. Também há os prejudicados pelo progresso. Casa de Ari Silvestre Guimarães, dono da Peixaria do Ari, que funciona há nove anos na rua “T” com Calama, no 4 de Janeiro. “São marcas de um progresso que chega com força sem respeitar quem vê pela frente”, diz o comerciante.

Com a implantação de mão única na avenida Calama, num pequeno trecho perto do Porto Velho Shopping, diminuiu a clientela de Ari. “Agora o motorista, que vem no sentido centro-bairro, dá a volta pela Estrada da Penal ou entra direto na avenida Guaporé por intermédio da Pinheiro Machado”, queixa-se ele.

A mudança no trânsito da região já dura quase um ano. Neste período, as vendas na peixaria despencaram. “Os que vinham antes não vêm mais. Salvo alguns frequeses tradicionais”, diz Ari, citando o exemplo de Alzira de Oliveira, que mora na rua Leopoldina, no Nova Esperança, e só compra peixe com ele. Ela fazia compra no momento da entrevista. A desilusão de Ari é comum entre os comerciantes da avenida na mesma região.

Minharua.com -AP

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